Terça-feira, 26 de Junho de 2007

Sonhar...


SONHAR...
palavra mágica que nos ajuda a viver.
SONHO...
sem ele não existiria a esperança de novas conquistas.
SONHAR...
porque não? é pura sensação de realização.
SONHO...
nos alimentamos dele, muitas vezes para
fazermos viagens impossíveis
SONHAR...
é sair do real e viver o momento mais real.
SONHO...
necessidade de sentir o imaginado,
mesmo que por alguns instantes.
SONHAR...
é esquecer, o que no presente,
nos faz chorar.
SONHO...
momentos de intensa harmonia com o nosso interior.
SONHAR...
é realizar no SONHO tudo o que idealizamos no presente.
SONHO...
em dormir, sem o medo de acordar.
SONHAR UM SONHO...
Nos ajuda a viver, nos traz a esperança de conquistas.
Porque não realizações?
Viajar no impossível e viver fora do real o mais
real momento, viver o imaginado,
mesmo que por alguns instantes.
Esquecer que choramos,
sentir uma grande harmonia
interior e a realização do idealizado
sem medo de acordar....
Vamos sonhar?

Cláudia às 21:28
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007

O Homem e a Mulher

O homem é a mais elevada das criaturas. A mulher é o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem um trono, Para a mulher, um altar.
O trono exalta, o altar santifica.
O homem é o cérebro; a mulher o coração.
O cérebro produz luz, o coração amor.
A luz fecunda, o amor ressuscita.
O homem é o génio, a mulher o anjo.
O génio é imensurável, o anjo indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória,
A aspiração da mulher, a virtude extrema.
A glória traduz grandeza,
A virtude traduz divindade.
O homem tem a supremacia,
A mulher a preferência.
A supremacia representa a força,
A preferência representa o direito.
O homem é forte pela razão,
A mulher é invencível pela lágrima.
A razão convence, a lágrima comove.
O homem é capaz de todos os heroísmos,
A mulher de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é o código,
A mulher o evangelho.
O código corrige, o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo,
A mulher um sacrário.
Diante do templo descobrimo-nos, diante do sacrário, ajoelhamo-nos.
O homem pensa,
A mulher sonha.
Pensar é ter cérebro, sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é um oceano, a mulher um lago.
O oceano tem a pérola que o embeleza,
O lago tem a poesia que o deslumbra.
O homem é a águia que voa,
A mulher o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço,
Cantar é conquistar a alma
O homem tem um farol: a consciência;
A mulher tem uma estrela: a esperança.
O farol guia, a esperança salva.
Enfim, o homem está colocado
Onde termina a terra,
A mulher onde começa o céu...

sinto-me: Dá ke pensar

Sexta-feira, 9 de Março de 2007

A cicatriz

 
O pequeno menino convidou sua mãe para participar do encontro de pais e professores na sua escola. Para desânimo do menino, ela disse que iria. Esta seria a primeira vez que seus coleguinhas e professores se encontrariam com sua mãe e estava embaraçado por causa da aparência dela. Embora fosse uma mulher bonita, havia uma cicatriz que cobria todo o lado direito de seu rosto. O menino nunca quis falar sobre o porquê ou como surgiu a cicatriz.
Na reunião, as pessoas ficaram impressionados com a bondade e a beleza natural de sua mãe, apesar da cicatriz. Mas o menino, ainda embaraçado, se escondia de todos. Entretanto, mantinha-se à uma distância da qual pôde ouvir a conversa entre sua mãe e seu professor.
- Essa cicatriz em seu rosto. O que aconteceu? - Perguntou o professor.
A mãe respondeu:
- Quando meu filho era bebé, ele estava em um quarto que pegou fogo. Todos tiveram muito medo de entrar porque o fogo estava fora de controlo, assim eu entrei. Quando eu estava indo em direcção ao seu berço, eu vi que uma enorme labareda ia alcançá-lo, então me coloquei sobre ele para tentar protegê-lo. Cai inconsciente mas felizmente um bombeiro entrou e nos salvou.
Tocando o lado queimado de seu rosto, continuou:
- Esta cicatriz é permanente, porém eu nunca lamentei o que eu fiz.
Neste momento, o pequeno menino saiu de seu esconderijo e correu até sua mãe com lágrimas em seus olhos e a abraçou sentindo o enorme sacrifício que sua mãe tinha feito por ele. E ficou firmemente segurando a mão de sua mãe pelo resto do dia.
Lih Yuh Kuo
Preciosa contribuição da amiga Fatima Quemelo
sinto-me:

TS às 09:04
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Sábado, 24 de Fevereiro de 2007

Ilusão

 
Para onde irás doce ilusão?
anjo diáfano que habita
meu pobre coração
virá ou irá?
num melodioso acorde
em forma de oração
devastará o meu amor
devorara minha alma
carregará consigo
todo o meu ser
em grandiosa glorificação...
 

Cláudia às 11:26
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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

Amor por Computador

Desconhecidos, eram duas almas
Que agiam e pensavam iguais.
Destemidos, não havia como impedir o
Encontro entre esses tais.
Imaginativos, podiam ser os dois que viviam
Em lugares distantes.
Impulsivos, são para sempre um do outro
Como eternos amantes.

A história deles ainda será
Contada um belo dia,
De como havia sido encontrada
A grande alegria,
Através de uma tela de computador, acredite,
Aprenderam sobre como é o amor, não evite.

Todo o suspense em virtude de nossos atos.
Quando se encontrará,
A verdade que surgirá.
Tomo a primeira atitude, os primeiros passos.
Onde vamos nos encontrar,
O destino não pode tardar.

Alguém está andando?
Nosso tempo está passando.
O que estou falando?
Nosso tempo está passando.
Algo está faltando?

Nosso tempo está passando.
Tempo de amar,
Tempo de querer,
Tempo de alegrar,
Tempo de te ver.

Desconhecidos, não mais serão,
Tudo será lindo,
Amados, em todo o nosso bem,
A vida será linda.
Depois desse amor por computador
Nada mais será real e sim especial.


Cláudia às 11:15
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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Sonhos…

Os Sonhos são…

As vezes sonhamos a dormir

Outras vezes bem acordados

Mas a Vida é feita de sonhos

Sejam eles possíveis ou impossíveis

Mas a vida é feita de sonhos

É bom continuar a sonhar

E acreditar que tudo é possível

Mesmo os sonhos que parecem mais impossíveis

Sonhos são Vida

Que nos acordam

E nos fazem viver

Sonhos é o que temos até morrer


Cláudia às 13:19
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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007

PALAVRAS DISPERSAS

Palavras dispersas, flutuantes... onde tomo a verdade e consciencializo-me das situações que me tomam, do que sou e do que posso ser. Sou caminhante, tendo por vezes crises de apatia, resultantes das situações vividas... este ser feito de palavras para ninguém, desprovido do brilho inicial, sem vontade, apenas abandonado, tomado pela dor da existência, tomado por tudo e por nada... esta vontade, sem mais vontade de caminhar porque todo o encanto foi lançado por terra e considerado proibido. Não sei o que te dizer, tão pouco sei se dizer resolve alguma coisas. Desculpa, mas prefiro ficar no silêncio tumular, no silêncio e adormecer sem mais me queixar porque em nome do amor morri.


Cláudia às 07:06
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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007

Lua

 

 

Com a alma a vaguear
Passeia de verso em verso
Vê ao longe o luar
Companhia que tanto ama
Confidente da noite
Ouve-a sem soltar uma palavra
É conselheira silenciosa
Que sem nada dizer
Trás a resposta
Mas esta donzela…
Não diz apenas à lua,
O que passa na sua alma crua
Escreve em papel,
Pintando em cada letra
Um pouco da sua magia…
Em traços curiosos divaga pelo mundo
Deixando por cada canto
Um encantar profundo…
Um verbo de esperança
Uma sentença de sonho
Para que o passar de cada seja mais curto
Seja mais definido e mais sentido
Com um toque de seda
Deixa a suavidade agressiva
Ser um tom relaxante
Que acalma o ser
E faz divagar…


Cláudia às 12:24
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Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007

Não

 

Não: devagar.
Devagar, porque não sei
Onde quero ir.
Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.
Devagar...
Sim, devagar...
Quero pensar no que quer dizer
Este devagar...
Talvez o mundo exterior tenha pressa demais.
Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo.
Talvez a impressão dos momentos seja muito próxima...

Talvez isso tudo...
Mas o que me preocupa é esta palavra devagar...
O que é que tem que ser devagar?
Se calhar é o universo...
A verdade manda Deus que se diga.
Mas ouviu alguém isso a Deus?

Fernando Pessoa


Cláudia às 20:51
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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007

TRANSPOSIÇÃO

 

Nos meus delírios mentais
persigo a estrela de Aldebarã,
longínqua como o próprio universo,
buscando encontrar minha lucidez
para confundir-se com minha loucura.

Nos devaneios quiméricos, fluxo da mente,
atordoados pela realidade insegura,
viajam os sonhos implausíveis,
os desejos reprimíveis,
as sensações premeditadas.

Dentro do tempo vivido
quero a quintessência do nada
para alcançar o pleno
sentindo toda uma força potencial
materializada numa nova mentalidade
 

Cláudia às 07:26
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